Foi em Chartres, no quarto deles, que conheci o Hugo e o Tao. E, francamente, não sabia qual deles me fascinava mais.
Seis meses depois, cada vez que olho para a cena ou para as suas fotografias, continuo hipnotizado pela beleza quase surreal destes dois jovens.
E, no entanto, estou habituado a conviver e a filmar os rapazes mais bonitos de França, mas desta vez tenho de admitir que fiquei impressionado. Não basta dizer que eles são incrivelmente bonitos. Para além disso, são dois tesouros de bondade, bom humor e inteligência, cada um no seu estilo, paradoxalmente opostos e, ao mesmo tempo, terrivelmente semelhantes. Dois homens perfeitos... que formam um casal perfeito.
Sente-se tudo na cena. Prometo-vos que deixará uma impressão duradoura.
Claro que o Tao fez a sua cena de macho brasileiro com uma pila grande, e claro que o fez na perfeição: Hugo é agarrado, agarrado com as mãos, virado, fodido com força, fodido, virado de novo, fodido de novo, cheio de esperma, e Tao comporta-se com um machismo infalível, chegando ao ponto de espremer o esperma enfiando 5 dedos no buraco escancarado e cheio de esperma desta bomba humana que é Hugo Thorel.